Quem muda se torna mais quem se é
Existe uma ideia silenciosa que assusta muitas pessoas: a de que mudar é perder a própria identidade. Como se toda transformação fosse uma traição ao que somos. Mas a verdade é quase oposta: quem muda, quando muda com consciência, se torna mais quem se é . Desde cedo aprendemos a associar constância com maturidade. “Mantenha-se firme”, “não mude”, “seja sempre o mesmo”. Mas permanecer igual não é sinônimo de fidelidade interior, muitas vezes é apenas medo. Mudar não significa abandonar a essência. Significa retirar camadas que nunca foram essência : expectativas alheias, defesas emocionais, versões criadas para sobreviver. O que não muda com o tempo geralmente não é essência, é estagnação. A mudança como revelação, não como ruptura A mudança verdadeira não rompe com quem somos; ela revela . Ela nos aproxima do núcleo que estava encoberto. Ao longo da vida, somos obrigados a nos adaptar: para sermos aceitos, para não perdermos vínculos, para sobreviver emo...




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